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Crítica do Filme: Maze Runner – Correr ou Morrer

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Maze Runner: Correr ou Morrer (The Maze Runner) é, sem dúvidas, um dos filmes mais esperados do ano. E podemos notar isso na pré-estreia que tivemos a prazerosa chance de participar. Um filme realmente bem produzido, saímos do cinema satisfeitos com o excelente trabalho da equipe de produção, e certamente encontramo-nos ansiosos para as futuras e certas continuações – já que já temos certeza do sucesso deste.

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Então, aqui vai nossa opinião sobre o filme, em que novamente, buscaremos evitar os spoilers, embora o texto conterá alguns sobre o filme e livro. Confiram:


Primeiramente, vamos começar com o enredo: para uma adaptação, este foi muito bem trabalhado. Todas as perguntas que foram lançadas são respondidas até o fim do filme, e levando em conta o estranhamento de Thomas à situação em que foi submetido, são realmente muitas perguntas. O filme começa exatamente como no livro, o jovem Thomas no elevador. A atuação destacável de Dylan O’Brien consegue com que quem assista ao filme realmente se sinta tão perdido como ele a partir do momento em que ele chega na Clareira, de forma que todos os telespectadores ficam com aquela sensação de “o que está acontecendo?”, e o clima escuro e enigmático que são fonte da fotografia e da trilha sonora possibilitam ainda mais isso. E desde este ponto, podemos acompanhar o desenvolvimento de Thomas durante todo o enredo do filme.

A atuação de O’Brien foi essencial para que Thomas ganhasse vida, mas ele não foi o único que deu mérito ao excelente cast dessa produção; temos nela outros nomes que ganharam destaque, como Thomas Brodie-Sangster, Ki Kong Lee, Will Poulter, Blake Cooper e, é claro, ela que teve um desenvolvimento fascinante durante o filme: Kaya Scodelario.

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Nos quesitos técnicos, a produção também não ficou para trás. Claro que medindo com o peso de primeiro filme de uma saga (com um orçamento nem tão grande assim), o filme conseguiu se sair bem nos efeitos, estes não decepcionaram e conseguiram passar bem a proposta do livro e do filme em si. A fotografia sombria e misteriosa criada pelo diretor deu aquele toque fundamental ao suspense do labirinto criado por Dashner (ele atua no filme!), que certamente também dá os seus méritos à equipe de Produção de Arte.


Assista a nossa entrevista com o autor de Maze Runner, James Dashner.


Um ponto que merece o nosso destaque é a perfeição em que foi criada os Verdugos. Com suas metade-humanos e metade-animais, as criaturas conseguem aterrorizar o público e passar a mesma imagem monstruosa que passaram nos livros – um trabalho excelente da produção de arte e efeitos juntos. Outro ponto que se destacou no filme foi a direção: todos estávamos curiosos à respeito do que Wes Ball faria com filme e qual rumo tomaria este. O diretor, popularmente conhecido por dirigir curtas-metragens, gerava dúvidas entre os fãs por ser seu primeiro longa produzido, mas certamente este não decepcionou, garantindo que todas as pontas fossem devidamente amarradas e que o roteiro ficasse completo.

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Todos sabemos a importância de um bom diretor para um filme que inicia uma saga, e certamente Wes Ball foi uma escolha de sorte da Fox Filmes. No que diz respeito à Maze Runner como uma adaptação literária, é claro que não tivemos no filme tudo o que se passa no livro, coisa impossível e improvável que se ocorra. Entretanto, os fãs não irão se decepcionar em notar que cerca de 80% do filme segue à risca os padrões e narrativas do livro, o que certamente deixou Dashner orgulhoso. E sobre o final do filme, é daqueles que irão te obrigar (literalmente) à assistir o próximo, que inclusive já foi confirmado pelos estúdios produtores.


Conheça a Saga Maze Runner do autor James Dashner.


No fim de todos os pontos, tivemos uma boa experiência cinematográfica realizada pela FOX – o longa e o trabalho de toda a equipe nos deixaram orgulhosos em conhecer uma saga que promete tanto não apenas no mundo do cinema como na literatura. O Sobre Sagas teve a sorte e o imenso prazer de ser um dos primeiros (se não o primeiro) a divulgar, noticiar e incentivar a saga de Maze Runner no Brasil. Certamente é com imenso orgulho que fizemos parte da divulgação e do crescimento da saga no país, e também ficamos orgulhosos do resultado nas telonas, que justifica e faz valer a pena tudo o que nós e nossos fãs esperavam do filme e do sucesso deste.

O filme fica com a nossa nota 9.5 e com os nossos parabéns à toda produção e divulgação, e é claro, nossas recomendações para que todos assistam a Maze Runner: Correr e Morrer, que chega nos cinemas do Brasil no dia 18 de Setembro (quinta).

Criador da Sobre Entretenimento - grupo que administra os sites Sobre Sagas, Sobre Pop e Sobre Séries, apaixonado por Lana Del Rey, iamamiwhoami e por Harry Potter, vê nos livros uma maneira de embarcar em um novo mundo, viver uma nova história e sentir diferentes emoções.
  • Laura

    Corrigindo é Dylan O’brien