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Resenha: A Marca de Atena – Rick Riordan

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Sinopse: Annabeth está apavorada. Justo quando ela está prestes a reencontrar Percy – após seis meses afastados por culpa de Hera -, o Acampamento Júpiter parece estar se preparando para o combate. A bordo do Argo II com os amigos Jason, Piper e Leo, ela não pode culpar os semideuses romanos por pensarem que o navio é uma arma de guerra grega: afinal, com um dragão de bronze fumegante como figura de proa, a fantástica criação de Leo não parece mesmo nada amigável. Annabeth só pode torcer para que os romanos vejam seu pretor Jason na embarcação e compreendam que os visitantes do Acampamento Meio-Sangue estão ali em missão de paz.

Os problemas de Annabeth não param por aí – ela carrega no bolso um presente da mãe, que veio acompanhado de uma ordem intimidadora: Siga a Marca de Atena. Vingue-me. A guerreira já carrega nas costas o peso da profecia que mandará sete semideuses em busca das Portas da Morte. O que mais Atena poderia querer dela?

O maior medo de Annabeth, no entanto, é que Percy tenha mudado. E se ele já estiver habituado demais aos costumes romanos? Será que ainda precisará dos velhos amigos? Como filha da deusa da guerra e da sabedoria, Annabeth sabe que nasceu para liderar; no entanto, também sabe que nunca mais vai querer viver sem o Cabeça de Alga.

ALERTA: O POST CONTÉM SPOILERS

Todos os semideuses já sabem o quanto Rick Riordan é brilhante. Autor de mais de 24 livros, entre sagas e volumes únicos, Tio Rick consegue criar uma atmosfera única quando se trata de mitologia. Com A Marca de Atena, o sucesso já era esperado e não desapontou um segundo sequer.

O terceiro volume da saga Os Heróis do Olimpo se passa no acampamento Júpiter, e logo depois, na Roma Antiga. A mitologia grega e romana se fundem criando paralelos e comparações, deixando muito mais fácil para o leitor entender e ‘entrar’ ainda mais na história. Apesar de eu sentir falta dos títulos criativos como nos livros de PJO, Tio Rick conseguiu alternar os pontos de vista o suficiente para criar uma atmosfera de suspense e aventura, sem fazer perder o ritmo á cada capítulo.

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O que também me deixou de coração mole foram as cenas Percabeth (Percy + Annabeth) e Japer(Jason + Piper). Riordan fez as cenas exalarem carinho, e cada sentimento ser sentido através das palavras. O primeiro encontro de Percy e Annabeth, tão esperado desde O Filho de Netuno, não decepcionou nem um pouco. No livro acabamos também nos deparando mais com Leo, seu passado, e sua ligação com Sammy, que é tão importante para Hazel. Isso também acaba criando uma tensão entre Leo e Frank, deixando a narrativa mais divertida dado ás discussões e indiretas entre os dois campistas.

Rick Riordan usou uma briga antiga (entre Gregos e Romanos) ao seu favor, visando que os acampamentos entraram em guerra – e estragaram o pouco da paz que existia . O escritor também mostrou um lado da Annabeth mais simples, em que a mesma fez muito com pouco. O amadurecimento e as brigas por ciúmes demostraram que Riordan queria falar um pouco mais sobre a adolescência dos personagens. Intercalando momentos de pura tensão com momentos em que você tem vontade de matar Gaia, você simplesmente não consegue parar de ler.

Finalmente, eu o encarei como o melhor livro da série até agora, a típica aventura guiada á muita aventura humor, e uma pitadinha de romance, como tudo que Tio Rick faz. Quem já leu, diz nos comentários o que achou! Quem ainda não  teve esse prazer, leia, pois vale muito á pena!

Fotos Por: Jhon Araújo
T
exto Por: Renata Carvalho

Criador da Sobre Entretenimento - grupo que administra os sites Sobre Sagas, Sobre Pop e Sobre Séries, apaixonado por Lana Del Rey, iamamiwhoami e por Harry Potter, vê nos livros uma maneira de embarcar em um novo mundo, viver uma nova história e sentir diferentes emoções.