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Resenha: Joyland – Stephen King

Joyland foi meu primeiro contato com um livro escrito por Stephen King. Desde pequeno assisto adaptações das obras literárias de King e sempre adorei a atmosfera de horror presente nelas. Comprei Joyland achando que seria um livro de terror repleto de elementos sobrenaturais e com um toque à la AHS: Freak Show. Enganei-me por completo, e isso foi bastante positivo.

A trama foca no personagem Devin Jones, um universitário que está passando pelo processo de sofrer por um amor não recíproco. Devin resolve trabalhar em um parque de diversões modesto, de cidade pequena. Com o avançar da trama, King nos apresenta ao único elemento sobrenatural de Joyland: o espírito de Linda Gray. Linda Gray era uma jovem que, há anos atrás, foi assassinada no trem-fantasma do parque. Devin conhece um menino sensitivo chamado Mike e a mãe dele, Annie.

A obra surpreende por não ser focada no terror ou no sobrenatural. Joyland foca, principalmente, em Dev e seus problemas amorosos e também em seu amadurecimento, em Mike e sua doença terminal e, também, na vida difícil de Annie. Joyland não é um livro de terror, é um livro de drama com uma pitadinha de sobrenatural.

Gostaria de reafirmar o que outros já afirmaram em outras resenhas sobre Joyland: o livro é excelente para quem quer começar a ler Stephen King. A leitura é rápida e prazerosa e todos os personagens foram devidamente aproveitados, além de apresentar um final de arrancar lágrimas.


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Emo, gótico, vampiro, tumblr boy e conceital. Tudo isso com apenas 18 anos. Carioca cinéfilo viciado em dormir, comer, fotografar, assistir AHS, ouvir umas músicas indie e assistir muitos filmes.